Estudo do Trata Brasil alerta para os riscos de desabastecimento de água até 2050
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27 nov 2025
Por: Equipe Hidrosolo
Postado em: Tratamento de Água
Cinco anos após a entrada em vigor do Marco Legal do Saneamento, o Brasil ainda enfrenta desafios significativos para avançar na universalização do saneamento básico. Embora o marco estabeleça metas ambiciosas — 99% de cobertura em abastecimento de água e 90% em esgotamento sanitário até 2033 — o cenário atual mostra que grande parte dos municípios ainda não possui estrutura técnica e financeira para cumprir esses objetivos.
Dados recentes do Instituto Trata Brasil revelam que 16,9% dos brasileiros não têm acesso à água potável e 44,8% vivem sem coleta de esgoto, evidenciando um processo lento e desigual em todo o território nacional.
Entraves municipais: falta de apoio, insegurança jurídica e investimentos insuficientes
Os municípios apontam como principais obstáculos:
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) reforça que sem apoio técnico-financeiro consistente dos estados e da União, será difícil cumprir as metas estabelecidas. A baixa qualificação técnica das equipes locais também limita o planejamento e a fiscalização da prestação dos serviços.
Regionalização: avanços tímidos e arranjos pouco eficientes
Embora o Marco Legal incentive a regionalização do saneamento, o avanço tem sido desigual. Em muitos estados, os blocos regionais foram estruturados sem estudos técnicos sólidos e sem a participação efetiva dos municípios, gerando arranjos frágeis e com baixa eficiência.
Essa situação é ainda mais crítica em áreas rurais e periferias urbanas, onde a universalização depende de soluções descentralizadas e de tecnologias de Tratamento de Água adequadas às realidades locais, como ETAs compactas, sistemas de filtração de alta vazão e processos de potabilização com menor custo operacional.
A visão do Ministério das Cidades: acelerar execução e qualificar tecnicamente o setor
O Ministério das Cidades reconhece a necessidade de acelerar a implementação das políticas públicas e reforça que a universalização do saneamento exige esforços coordenados e contínuos. Para isso, o governo federal tem ampliado ações estratégicas, como:
Ao destacar essas iniciativas, o Ministério reforça que o setor enfrenta um déficit de qualificação técnica — e que muitos operadores ainda não estão preparados para incorporar novas tecnologias. Sem equipes bem capacitadas, os investimentos não se convertem em eficiência operacional nem em avanços reais no tratamento e distribuição de água.
O papel da tecnologia: Hidro Solo e a eficiência no Tratamento de Água
Com a necessidade crescente de investimentos e de maior qualidade técnica nas operações, soluções robustas e comprovadas se tornam essenciais.
Nesse contexto, os sistemas de Fundo de Fluxo Confinado, fabricados pela Hidro Solo, se destacam como tecnologia segura e eficiente para ETAs. Compostos por Blocos e Crepinas Pluvitec, esses sistemas equipam unidades de tratamento em diferentes regiões do Brasil e fazem parte da operação que abastece mais de 4 milhões de pessoas.
Entre os principais benefícios dessa tecnologia estão:
A adoção de soluções tecnológicas consolidadas, associada à qualificação técnica das equipes municipais, é fundamental para que as políticas públicas avancem e para que os municípios possam cumprir as metas do Marco Legal.
A Hidro Solo segue comprometida em apoiar o desenvolvimento do setor por meio de soluções inovadoras para Tratamento de Água, Saneamento Básico e Irrigação, contribuindo para um futuro com mais segurança hídrica e acesso universal à água de qualidade.
Matéria publicada em: Agência Brasil (texto adaptado)
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